Esse é o livro que estou escrevendo: Sindrome do desprazer: o mal do século 21



                                                                           Introdução

Os neurocientistas atuais estimam através de estudos que um ser humano é capaz de ter entre 20 mil a 70 mil pensamentos por dia. Calcula-se que, 70% deste turbilhão de pensamentos processados no nosso cérebro, por meio de nossas células nervosas, vêm de situações vividas no passado, sendo também que 25% deles são projetados para o futuro e apenas 5% focados no presente.
É verdade que o cérebro racional ou sistema límbico não analisa e converge tudo isso, pois se acontecesse, nós enlouqueceríamos. O problema real não é esse. O cerne da questão é que a maioria dos nossos pensamentos diários são direcionados para experiências ou situações negativas ou fantasias irreais que não trazem nenhum benefício para a nossa saúde e equilíbrio mental, físico e mesmo espiritual.  Aliás, faço-lhe a seguinte pergunta: você pensa muitas coisas, a ponto de sentir um chafurdamento de emoções e emaranhado de ideias como se tudo estivesse acontecendo no palco de sua mente ao mesmo tempo? Ou fica travado em um pensamento compulsivo, único e incontrolável?  Vez por outra, qualquer pessoa na face da terra passa por isso, mas se em você é constante, das duas uma: ou você já tem um distúrbio psicoemocional ou está em processo de desenvolver um.
Pensamento é vida, mas também é morte. É luz e trevas que se aglomeram paralela ou alternadamente na psique da mais perfeita e complexa de todas as criações: VOCÊ.
É importante entender que pensamentos não fluem ou vem do nada. Os estudos em  neurolinguística, que em minha concepção é a nova ciência humana do século, estão ai pra confirmar que pensamentos são programáveis e reprogramáveis. Porém, é importante lembra que uma vez  estruturados como hábitos ou vícios mentais, esse processo se torna automático e não é mais você que está no controle, e sim esses pensamentos condicionados. Em outras palavras, você já não consegue escolher o que pensar ou sentir. A programação está ali, esperando cada situação específica da sua vida para disparar inconscientemente a emoção correspondente. Como em um transe hipnótico, você já não age, apenas interage. Então você pode perguntar: Se é verdade isso, quem me programou? Se, hipoteticamente, a maior parte de meus pensamentos não são originalmente meus, são frutos de que?   Estas perguntas você mesmo descobrirá ao ler este livro.  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog